Quando você está investindo, é importante levar em consideração o pagamento de impostos na hora do investimento, pois eles podem levar boa parte de seu lucro e o investimento pode acabar não sendo muito lucrativo.

A poupança e o mercado imobiliário isentam o investidor do pagamento de impostos. Só que estes investimentos devem ser comparados lado a lado com outros onde impostos maiores incidem. Assim, levando em consideração os impostos, você poderá fazer uma análise da rentabilidade mensal e anual dos impostos e então, verificar se compensa a aplicação ou não.

Além da poupança e dos investimentos imobiliários, letras hipotecárias, letras imobiliárias, certificados de recebíveis imobiliários e fundos imobiliários também tem isenção de impostos para pessoas físicas. Porém, são ativos mais voltados para investidores de maior porte, uma vez que sua gestão pode ser mais complicada para aqueles que tem pouco conhecimento e maturidade no mercado financeiro.

Se você acha que pode investir pagando um pouco menos de impostos, pode optar por um investimento do tipo PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) de previdência privado, pois sobre este investimento cai um imposto menor no memento da declaração. Se o contribuinte fica mais tempo neste tipo de investimento, a quantidade de impostos pode ser reduzida com o tempo, deixando de pagar consideráveis quantias de impostos. Porém, em médio e curto prazo, este investimento pode ocasionar perdas consideráveis.

Impostos e investimentos

Já pagamos tantos impostos por aí. O impostômetro nos ajuda a visualizar a quantidade, que aumenta todos os anos. Por isso, é importante saber investir e perder menos recursos com impostos. (Foto: blogs.estadao.com.br)

Investimentos do tipo VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), executado pelas seguradoras, não tem garantia de rentabilidade mínima. Porém, não é dedutível do Imposto de Renda, mas paga IR sobre os ganhos de capital.

Investimentos em ações merecem um cuidado especial pois é por conta do investidor fazer o recolhimento dos impostos. Investidores em fundos, ainda por cima, tem que estarem atentos ao “come cotas”, o imposto pago em maio ou novembro todos os anos, reduzindo efetivamente sua participação no fundo.

Resumindo bem, bons investimentos não te ajudarão a fugir dos impostos em sua totalidade, principalmente no curto e médio prazo. Porém, você pode otimizar sua rentabilidade através da diversificação e investimentos de longo prazo, voltados para ganhos futuros, quando os impostos que neles se incidem serão bem menores.

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