Escolher um plano de saúde parece ser fácil, mas não é. Tem muitos detalhes que deixamos passar, iludidos por valores muito baratos ou uma cobertura em diversos estados. O que devemos levar em conta quando escolher um plano de saúde?
A primeira coisa que deve ser levada em conta são as exceções: o que acontece com os valores e atendimento do plano se você for um tabagista? E se tiver diabetes? For HIV positivo? No Brasil, as leis são muito claras sobre o assunto e favorecem muito ao consumidor nestas horas. Os planos, porém, tem critérios e normas de atendimento para estes casos que podem não satisfazer suas necessidades ou criar um valor proibitivo para sua situação financeira.

Visto estes valores, você terá de analisar a frequência com a qual você vai normalmente ao médico. Existem basicamente dois tipos de planos de saúde: com co-participação e uma opção onde o plano paga tudo. A diferença gira normalmente em torno de R$100,00 entre um e outro. É necessário verificar quais são os exames e atendimentos que o plano cobre, além de limitações para alguns tipos de exames. Talvez, valha mais a pena pegar o plano mais caro, sem a necessidade da co-participação, para poupar recursos financeiros. Praticantes de esportes, gestantes, casais que querem ter filhos, pessoas com histórico de doenças, entre outros casos, recomendamos a opção pelos planos sem co-participação. Sobre as acomodações, enfermaria ou apartamento individual, no caso de internações, fica a seu critério e gosto para escolher.

Antes de fazer a inscrição ou reinscrição no plano, verifique quais serviços foram adicionados ou quais foram retirados de sua cobertura. Muitos precisam de atendimento psicológico ou de massoterapia, mas não sabem que alguns planos só fazem esta cobertura quando há a indicação de um médico. Lembrando que se você irá utilizar destes tratamentos que precisam de retornos constantes para o consultório, a co-participação ficará muito cara para você.

Os melhores serviços pelos valores investidos

Escolher um plano de saúde necessita planejamento e muita pesquisa. Senão, as chances são de que você passe por muitas dores de cabeça com sua escolha. (Foto: portoalegreplanosdesaude.com.br)

Ao analisar tais fatores, verifique dentro da sua provedora de planos ou a desejada a possibilidade de melhorias no plano e o quanto elas interferem nos valores, principalmente quanto a modificaç~poes de valores por idade. A transparência de atendimento da sua provedora de serviços irá te dizer muito sobre ela. Ninguém vai querer um plano que irá te deixar na mão em momentos de maior necessidade.

Outro fator não menos importantes são os seus médicos preferidos: todos eles atendem pelo seu plano? Caso não, o que você irá fazer? É uma pergunta que poucas pessoas fazem, mas também necessária.

Finalmente, compare os custos e benefícios dos planos. Vá a mais de uma empresa, leve as promoções e valores para tentar conseguir descontos. Tire o máximo de proveito da informação adquirida para que, quando você tiver seu plano, possa aproveitar ao máximo o bem estar proporcionado por ele, com consultas mais constantes e cuidados melhores com sua saúde. Leve o contrato para um advogado, quando possível, para análise conjunta antes da assinatura do plano. Isso é obrigatório para casos mais delicados, como famílias de pessoas com histórico de doenças graves, como o câncer, ou portadores de doenças crõnicas. Não se engane com brindes e um bom atendimento. Lembre-se sempre que as pessoas que te oferecem o serviço foram treinadas para vendê-lo, disfarçando alguns detalhes que podem dificultar sua utilização.

Como sempre aconselhamos, não se limite apenas ao nosso blog. Pegue um telefone, ligue para todos os planos e comece a buscar mais informações! Estaremos aqui sempre para ajudá-los.

Deixe um comentário

  • (não será divulgado)