Saber falar outros idiomas, além do português, já deixou de ser algo opcional e passou a ser exigido nas empresas, principalmente quando estamos falando de multinacionais. O aprendizado de um novo idioma, além disso, só vem para somar na carreira e também na vida pessoal do profissional. Aprender novas línguas ajuda a alargar horizontes e quebrar barreiras culturais e sociais. Na última década, o aumento da procura por escolas de idiomas triplicou e, segundo especialistas da Oxford School, só nos últimos três anos, o número de estudantes aumentou em 35%.

Mas, será que hoje em dia compensa aprender idiomas em escolas ou é melhor estudar fora do Brasil? Hoje, estudantes possuem vários meios de estudos, seja através da tecnologia – aplicativos, plataformas online (Preply) – ou do método de estudo tradicional, ou seja, por meio de livros e multimídia. As escolas ainda têm presença em boa parte dos estados brasileiros e são, sim, uma ótima opção para quem não tem pressa em aprender a língua. O problema das escolas, de fato, é a didática deficiente, que vê o estudo do idioma como matéria e não como um aprendizado que precisa ser absorvido com o tempo, através de atividades que motivem o estudante a continuar progredindo nos estudos, o que não acontece.

Investimentos no aprendizado de uma segunda língua

Investir no aprendizado de um novo idioma parece custar cada dia mais caro, mas pode ser o investimento que você precisa para melhorar suas condições salariais e buscar uma vida melhor. (Foto: divulgação)

Quanto custa estudar fora do Brasil?

Se você está procurando por preços baixos, a resposta não é nada animadora. O fato é que existem cursos mais baratos, como é o caso da Oxford School, que oferece aulas a partir de 72 euros mensais. O curso intensivo custa 290 euros trimestrais, além da taxa de inscrição, que nos dois casos é de 35 euros. Em escolas como a British Council ou Wall Street Institute, por exemplo, o preço vai variar entre 300 e 500 euros por trimestre e, em todos os casos apresentados, existe a possibilidade de encaixar o aluno de acordo com seu nível de conhecimento da língua inglesa.

Se você quer aprender alemão, francês ou espanhol, existem escolas espalhadas pelos três países europeus e que oferecem aulas de qualidade com certificado comprovado e válido em todo o mundo. Os preços variam, partindo de 300 euros e podendo chegar a 900 euros para um combo de 15 semanas de aula, com taxa de inscrição de apenas 50 euros. Existem centenas de possibilidades e a preços que não saem muito mais altos que os cursos brasileiros. O problema, na verdade, não é esse e, sim, o que será preciso para comprovar sua renda na hora de solicitar o visto -além do plano de saúde, da comprovação de pagamento do curso e do endereço de moradia no país, é exigido uma soma de quase 16 mil reais – para 6 meses de visto. Em algumas escolas, é possível conseguir bolsas de estudo, mas pode ser difícil.

Custos de estudar um novo idioma

Ao investir em um novo idioma pode parecer bem caro o investimento, mas deve se pensar no médio e longo prazo o retorno. (Foto: divulgação)

Qual a melhor alternativa para aprender um novo idioma barato?

Como alternativas, temos o trabalho voluntário em outro país e programas como o Ciência sem Fronteiras, que incentiva o estudo sanduíche no país de interesse. Se você não dispõe de muito dinheiro ou precisa aprender o idioma de forma intensiva, o melhor mesmo é investir nas aulas online, que, além de flexibilizar o ensino de idiomas, pesa menos no bolso e pode ser realizada de qualquer lugar e a qualquer hora, com professores – brasileiros, estrangeiros e nativos – capacitados não só para transmitir seus conhecimentos, mas para lecionar de forma customizada e exclusiva.

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