Retorno sobre o investimento é o lucro expresso em percentagem do investimento inicial. O lucro inclui rendimentos e ganhos de capital. Risco é a possibilidade de que seu investimento perder dinheiro. Todos os investimentos apresentam algum grau de risco. O investimento bem sucedido é aquele que sabe encontrar o contrapeso direito entre o risco e o retorno na administração financeira.

Risco e retorno conceito: conceito de retorno

O retorno sobre o investimento é o retorno de um ativo ao longo de um período de tempo. Analistas e investidores profissionais usam retornos, junto com dados econômicos e da indústria, para estimar taxas de retorno futuras. Você pode usar resultados reais e retornos estimados para avaliar vários ativos, como ações e títulos, bem como diferentes títulos dentro de cada categoria de ativos. Este processo de avaliação ajuda você a escolher a combinação certa de títulos para maximizar os retornos durante o seu horizonte de tempo de investimento.

Em empresas, o retorno sobre um investimento se dá pelo quanto esse investimento aumentará os lucros e a produção da empresa. Por exemplo, para uma empresa de alimentos, o investimento em mais um funcionário, ou seja, os custos desse novo funcionário, devem ser superados pelo lucro que ele vai proporcionar à empresa. Exemplo: se um funcionário vai custar R$2000 para a empresa, incluindo salário e encargos trabalhistas, ele tem que trazer para a empresa um ganho maior do que R$2000 para que haja qualquer ganho efetivo para a empresa. A mesma linha de pensamento vale para novos equipamentos: se um novo equipamento custa R$1000, mas ele vai agilizar processos da empresa para aumentar a produtividade para a empresa lucrar mais do que o valor que foi investido, é um bom investimento.

O que é o risco e retorno

Risco e retorno são conceitos importantes para qualquer tipo de investimento, desde investimentos em uma empresa até investimentos no mercado financeiro. (Foto: ABC News)

Conceito de risco

O risco é a probabilidade de que os retornos reais sejam inferiores aos retornos históricos e esperados. Os fatores de risco incluem volatilidade do mercado, inflação, deterioração dos fundamentos do negócio, baixa produtividade de um funcionário, quebra de equipamento, desgaste do equipamento, etc. As recessões nos mercados financeiros também afetam os preços dos ativos, mesmo que os fundamentos permaneçam sólidos. A inflação leva a uma perda de poder de compra para seus investimentos e resultam em maiores despesas e lucros mais baixos para as empresas. Os fundamentos do negócio podem sofrer com o aumento das pressões competitivas, maiores despesas com juros, problemas de qualidade e incapacidade de gerenciamento para executar planos estratégicos e operacionais. Fundamentos fracos podem levar a lucros decrescentes, perdas e, eventualmente, um não cumprimento das obrigações financeiras.

Quantificar um risco é mais difícil do que quantificar um retorno sobre um investimento, mas ainda assim é possível fazer. Por exemplo, para a contratação de um novo funcionário, uma empresa precisa analisar no médio e longo prazo as projeções do mercado: ele se manterá aquecido? A empresa é capaz de manter o funcionário mesmo se houver uma queda na demanda? Quanto o funcionário precisa trazer para a empresa para que ele cubra seu risco? Em equipamentos, a mesma linha de pensamento também se segue: se o equipamento quebrar, por quantos dias consigo manter meu estoque? Qual o custo de manutenção do equipamento? Se houver baixa demanda, há algum problema em desativar o equipamento? Tudo isso é importante para a análise de risco de um negócio.

Risco e retorno na gestão financeira empresarial

Você não pode eliminar o risco, mas pode gerenciá-lo, mantendo uma carteira diversificada de ações, títulos e outros ativos. A composição da carteira deve ser consistente com seus objetivos financeiros e tolerância para o risco. Os retornos de investimento tendem a ser mais altos para ativos mais arriscados. Por exemplo, contas de poupança, certificados de depósito e títulos do tesouro tem taxas de retorno mais baixas porque são investimentos seguros, enquanto retornos a longo prazo são mais altos para ações e outros ativos mais arriscados.

Na gestão financeira de uma empresa, o risco e retorno deve ser lidado da mesma maneira. Por exemplo, ao investir em um novo funcionário, é importante que ele passe por um processo seletivo rigoroso e um treinamento adequado, garantindo que ele seja a melhor adição possível para a empresa. No caso da compra de equipamentos, a empresa pode garantir um treinamento aos funcionários para tirar o máximo do equipamento, ou aperfeiçoar processos de produção que possam compensar a falta do equipamento, no caso dele apresentar defeitos e precisar de reparos.

Administração financeira orçamentária: considerações sobre risco e retorno

Vários eventos exigirão ajustes na administração financeira orçamentária, incluindo o mix de ativos em sua carteira de investimentos e os planos de investimentos de uma empresa. Por exemplo, uma empresa mais estável no mercado pode assumir riscos mais altos, como lançar produtos inovadores para os quais não sabe a demanda por conta do produto não existir. Isso não significa que uma empresa iniciante no mercado não possa assumir o mesmo risco, mas a questão aqui é que a empresa nova terá muito mais a perder se o produto der errado ou não for aceito pelo mercado. O risco, nesse caso, pode ser compensado com a empresa investindo em produtos e serviços tradicionais como uma “almofada” de segurança, caso o produto ou serviço inovador der errado.

Como você lida com o risco e retorno nos seus investimentos e na sua vida empresarial? Como faz para quantificar seu risco e retorno sobre os investimentos?

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