A redução nas tarifas das contas de luz acabou fazendo com que muitas pessoas começassem a se interessar mais por suas contas e o consumo de eletricidade. Muitos sites só disponibilizam fórmulas para o cálculo baseado apenas em seu consumo. E a maioria das empresas de energia do Brasil, pela internet, não são muito claras sobre como o consumo de energia elétrica é calculado.

Por isso, é sempre bom começar qualquer pesquisa de valores pelo site da Aneel, responsável por fiscalizar as empresas de energia do Brasil. Lá, você irá obter a maior parte das informações necessárias para o cálculo correto de seu consumo de energia elétrica.

Mas para ajudar nossos leitores, fizemos uma pequena pesquisa na internet para que vocês não tenham que procurar sempre sua conta para saber como seu consumo foi calculado.

Consumo de energia

Calcular o consumo de energia é fácil, desde que você tenha além dos dados do leitor em mãos os outros valores e taxas que são cobrados. (Foto: consumodeenergia.com.br)

O primeiro valor a ser considerado é o valor base, estabelecido por uma relação de consumo em Kilowatts  (Kw) por hora. Essa relação dá uma média de consumo diário e cada fornecedora de energia no Brasil tem um valor diferenciado para cada Kw/h consumido.

Calculado este valor, envolvemos ainda uma porcentagem destinada ao pagamento de 4 impostos: PIS, Cofins, ICMS e CIP. Os dois primeiros são impostos federais e fixos, o terceiro é um imposto estadual e varia em cada estado e o CIP é a taxa de iluminação pública, um imposto municipal que varia de acordo com o município em que o consumidor reside.

Agora vem um detalhe importante: quem consome menos energia também paga menos impostos, resultando em uma conta de luz mais barata.

Ao consumo de até 30 kwh, aplica-se uma tarifa diferenciada e chamada ” tarifa social ” , totalmente isenta de qualquer imposto, inclusive Iluminação Pública ( para ligações e padrões monofásicos ). A partir do consumo de energia entre 31 a 80 kwh, aplica-se a tarifa social um pouco maior, incluindo, PASEP e CONFINS e ILUMINAÇÃO PÚBLICA, isentando do ICMS. Para quem consome acima de 80 kwh, já encara uma tarifa maior e todos os imposto somados.

Aquele que consome de 81 kwh paga uma tarifa integral, sem a divisão por kwh. Isto não deixa de ser uma forma para evitar o desperdício e incentivar um consumo responsável, além de dar ao pobre a chance de ter eletricidade em casa e ter condições de ostentar o benefício.

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